
Novas evidências apresentadas pela Justiça dos Estados Unidos neste domingo (3) trouxeram clareza sobre o ataque ocorrido durante um jantar de gala da imprensa em Washington, no último dia 25 de abril. A procuradora federal Jeanine Pirro confirmou que provas periciais contundentes ligam diretamente o acusado, Cole Allen, ao disparo que atingiu um agente do Serviço Secreto.
Até então, havia incerteza se o ferimento no colete de proteção do agente teria sido causado pelo invasor ou por fogo amigo, dado que outros agentes de segurança também dispararam durante o confronto para conter a ameaça.
Prova Balística e Intencionalidade
Em entrevista ao programa "State of the Union", da CNN, a procuradora detalhou que a análise técnica não deixa margem para dúvidas.
"É, sem sombra de dúvida, seu projétil. Ele tinha a firme intenção de matar o agente — e qualquer um que se interpusesse em seu caminho — em sua tentativa de assassinar o presidente dos Estados Unidos", declarou Pirro.
O Ataque e a Situação Jurídica
Cole Allen foi detido quase imediatamente após romper um posto de controle portando múltiplas armas. Apesar das provas apresentadas pela procuradoria, o acusado ainda não apresentou formalmente sua declaração de culpa ou inocência perante a corte.
A segurança em torno de eventos presidenciais em Washington já havia sido reforçada após o incidente, e as novas revelações da perícia devem acelerar o processo judicial contra Allen, que enfrenta acusações de tentativa de assassinato de autoridade federal e agressão armada.
Resumo do Caso (03/05)
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Detalhe |
Informação |
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Data do Atentado |
25 de abril |
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Local |
Jantar de gala da imprensa, Washington D.C. |
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Alvo Principal |
Donald Trump (Presidente dos EUA) |
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Acusado |
Cole Allen |
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Arma Identificada |
Espingarda Mossberg |
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Status do Agente |
Atingido no colete, sem ferimentos fatais |
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